Tratamento de TDAH em Adultos — Dr. Thiago Westmann | Mogi das Cruzes
TDAH em Adultos · CID-11 6A05

TDAH em adultos é real, é hereditário, e tem nome para o que você sempre sentiu.

A herdabilidade do TDAH é de até 88%, uma das mais altas em psiquiatria. Se você sempre sentiu que sua mente funciona diferente, a explicação pode ter nome. E avaliação médica adequada pode mudar a forma como você vive.

Atendimento presencial com Dr. Thiago Westmann, médico com atuação clínica em Psiquiatria, com foco no diagnóstico de TDAH em adultos baseado em critérios DSM-5-TR e CID-11.
CRM-SP 183.407 · Consultório em Mogi das Cruzes/SP · Consulta de 1 hora.

88%

Herdabilidade do TDAH, segundo estudos de gêmeos (Faraone e Larsson, 2019).

2,8%

Dos adultos brasileiros vivem com TDAH — mas a maioria nunca foi diagnosticada.

3:1 → 1:1

A razão M:F na infância cai para 1:1 na adultez, evidenciando o subdiagnóstico em mulheres.

Reconhecimento

Veja se você se reconhece nestes padrões.

TDAH em adultos raramente se parece com a imagem clássica da criança hiperativa correndo pela sala. Em adultos, os sintomas aparecem disfarçados como traços de personalidade, como falhas pessoais, como sinais de exaustão. Marque mentalmente quantos destes padrões descrevem você nas últimas semanas e meses, considerando especialmente os que estão presentes desde sempre, não apenas recentemente.

No trabalho, na faculdade, em qualquer atividade que exija foco prolongado

Procrastinação crônica em tarefas importantes, mesmo sabendo das consequências.

Dificuldade enorme em começar tarefas, mesmo quando você quer fazê-las.

Perde prazos, esquece reuniões, deixa e-mails sem resposta por semanas.

Não consegue manter atenção em reuniões longas, viaja com o pensamento.

Consegue hiperfocar por horas em coisas que te interessam, mas não em coisas que precisa fazer.

Sente cansaço mental extremo depois de tarefas que parecem simples para outras pessoas.

Troca de assunto, de projeto ou de carreira frequentemente, sentindo que nada se encaixa.

No dia a dia, em coisas que para outras pessoas parecem automáticas

Perde objetos com frequência inacreditável: chaves, celular, documentos.

Chega atrasado em quase tudo, mesmo planejando sair com tempo.

Tem dificuldade de manter a casa organizada, mesmo quando se esforça.

Esquece compromissos, aniversários, prazos pessoais.

Gasta dinheiro impulsivamente, especialmente em coisas que parecem urgentes no momento.

Come, dorme e cuida da saúde de forma irregular, mesmo sabendo o que deveria fazer.

Deixa de ir ao médico, ao dentista, ao salão — porque sempre fica “para depois”.

Nos relacionamentos, com pessoas que você ama

Interrompe conversas porque tem medo de esquecer o que quer dizer.

Parece distraído quando outras pessoas falam, mesmo sem querer.

Esquece compromissos com familiares e amigos, e fica frustrado consigo mesmo por isso.

Tem explosões emocionais curtas, geralmente seguidas de arrependimento.

Sente que está sempre “devendo” alguma coisa para alguém.

Tem dificuldade de manter amizades de longo prazo, não por falta de carinho, mas por falta de continuidade.

Tem culpa retroativa frequente sobre coisas que fez ou disse no passado.

Se você se reconheceu em vários itens de pelo menos dois destes blocos, e isso tem acontecido não nas últimas semanas mas desde sempre, mesmo na infância e na adolescência, o que você está vivendo provavelmente não é falha de caráter, não é preguiça, não é falta de organização. Pode ser TDAH adulto, e merece avaliação médica adequada para confirmar ou descartar a hipótese.

O que a ciência diz

Três coisas sobre TDAH adulto que você precisa entender antes de qualquer conversa sobre tratamento.

TDAH adulto é um dos diagnósticos psiquiátricos mais cercados de mitos no Brasil. Antes de você decidir agendar uma avaliação, vale entender três pontos científicos que separam o que a evidência diz do que circula na cultura popular.

i

TDAH não é moda, e existe há mais de um século na literatura médica.

O quadro foi descrito pela primeira vez pelo pediatra britânico Sir George Still em 1902. Foi formalmente incluído no DSM-II em 1968, quando se chamava reação hipercinética da infância. Foi reconhecido como condição persistente até a idade adulta a partir dos anos 1980.

Hoje é classificado no DSM-5-TR, da Associação Americana de Psiquiatria, e no CID-11 da Organização Mundial da Saúde sob o código 6A05. A herdabilidade do TDAH, medida em estudos de gêmeos, é estimada em 74 a 88%, uma das mais altas entre todos os transtornos psiquiátricos, equivalente à do autismo e da esquizofrenia.

Quem chama TDAH de moda está ignorando mais de um século de produção científica.

ii

Adultos com TDAH frequentemente passaram a vida inteira sem diagnóstico.

Estudos longitudinais mostram que cerca de 60% das crianças com TDAH mantêm sintomas significativos na vida adulta. No Brasil, a prevalência estimada de TDAH em adultos é de cerca de 2,8%, mas a maioria desses adultos nunca recebeu diagnóstico formal.

Existe um represamento histórico massivo de diagnósticos, especialmente entre mulheres. Na infância, meninos são diagnosticados aproximadamente três vezes mais do que meninas. Na idade adulta, a proporção cai para um para um, o que significa que muitas mulheres só descobrem o TDAH décadas depois do que deveriam.

Se você é mulher e está descobrindo a possibilidade de TDAH agora, depois dos trinta, dos quarenta, dos cinquenta anos, você não está exagerando. Você é parte de uma geração que finalmente está recebendo o diagnóstico que sempre mereceu.

iii

Diagnóstico criterioso não é o mesmo que prescrição automática.

Existe uma preocupação legítima na sociedade brasileira sobre prescrição apressada de medicação para TDAH, especialmente para crianças. Mas tratar isso com seriedade significa fazer avaliação criteriosa, não recusar-se a investigar.

Uma avaliação adequada de TDAH adulto envolve entrevista clínica detalhada, aplicação de escalas validadas como o ASRS da Organização Mundial da Saúde e o CAARS de Conners, levantamento de sintomas desde a infância através de relatos próprios ou de pessoas próximas, triagem de comorbidades como ansiedade, depressão, dislexia, e exclusão de causas médicas alternativas como hipotireoidismo, anemia ou apneia do sono.

Esse processo leva tempo, e é o oposto de receita rápida.

Se você quer entender se tem TDAH, o caminho não é se autodiagnosticar com vídeos de redes sociais nem rejeitar a possibilidade por medo de virar estatística. O caminho é avaliação médica adequada, com um profissional que respeite a complexidade da decisão diagnóstica e que conheça o transtorno em adultos especificamente.

As três apresentações

TDAH não é uma coisa só. Existem três apresentações principais.

Identificar qual apresentação de TDAH descreve melhor o seu funcionamento é parte central da avaliação clínica. As três apresentações têm o mesmo tratamento de base, mas com calibrações específicas para o seu perfil. Aqui está como cada uma se manifesta tipicamente em adultos.

1Apresentação predominantemente desatenta
+
Predomínio de sintomas relacionados a atenção, concentração, organização e memória de trabalho. Hiperatividade externa ausente ou mínima. É a apresentação mais frequente em mulheres adultas e a mais subdiagnosticada historicamente, porque os sintomas são internos e silenciosos. A pessoa pode parecer calma por fora enquanto luta intensamente por dentro para manter foco. Se você sente que sua mente está sempre em outro lugar, que perdeu coisas demais ao longo da vida, que tem dificuldade enorme de finalizar projetos mesmo importantes, e que esse padrão te acompanha desde a infância, esta pode ser a sua apresentação.
2Apresentação predominantemente hiperativa-impulsiva
+
Predomínio de inquietação, impulsividade, fala excessiva, dificuldade de esperar a vez. Em adultos, a hiperatividade motora típica da infância geralmente se transforma em inquietação interna, sensação de estar sempre acelerado por dentro mesmo quando parado por fora. Impulsividade aparece em decisões financeiras, sexuais, profissionais, e em respostas emocionais rápidas. É a apresentação menos comum em adultos isoladamente, geralmente vem combinada com sintomas de desatenção.
3Apresentação combinada
+
Combinação significativa de sintomas dos dois grupos anteriores. É a apresentação mais frequentemente diagnosticada na infância e a que tipicamente persiste com mais sintomas na idade adulta. Em adultos, a hiperatividade externa diminui mas os sintomas de desatenção e a impulsividade permanecem, frequentemente acompanhados de desregulação emocional, baixa autoestima e prejuízo significativo em vida profissional e relacional.

Definir qual destas apresentações descreve melhor o seu caso é parte do trabalho da avaliação médica. Em muitos pacientes, especialmente mulheres adultas, a apresentação predominantemente desatenta é a que melhor explica anos de sofrimento que foram interpretados como ansiedade, depressão ou simplesmente desorganização pessoal.

Você não precisa ter certeza antes de procurar. É exatamente para isso que existe a avaliação.

Quero entender se tenho TDAH
Como funciona

Como é feita a avaliação de TDAH adulto no consultório.

A avaliação de TDAH adulto é um processo clínico estruturado, baseado em critérios internacionais reconhecidos pela Associação Americana de Psiquiatria e pela Organização Mundial da Saúde. Não existe exame de sangue, exame de imagem ou teste único que diagnostique TDAH. O diagnóstico é clínico — e, bem feito, é confiável.

i

Avaliação clínica completa

Consulta inicial com duração de 1 hora. Você conta sua história de vida, descreve seus sintomas atuais, fala sobre seu funcionamento na infância e na adolescência, e responde a escalas validadas internacionalmente — incluindo o ASRS de rastreio da Organização Mundial da Saúde e o CAARS de Conners para adultos. Quando possível, relatos de pessoas próximas sobre o funcionamento na infância ajudam, mas não são obrigatórios se você consegue lembrar dos próprios padrões. A avaliação também investiga comorbidades comuns (ansiedade, depressão, dislexia, uso de substâncias) e exclui causas médicas que mimetizam TDAH (hipotireoidismo, anemia, apneia obstrutiva do sono).

ii

Critérios diagnósticos rigorosos

O diagnóstico de TDAH adulto exige critérios específicos do DSM-5-TR: pelo menos 5 sintomas de desatenção ou de hiperatividade-impulsividade, presentes em pelo menos 2 ambientes diferentes da sua vida, com prejuízo clinicamente significativo no funcionamento. Os sintomas precisam ter começado antes dos 12 anos de idade, ainda que tenham sido reconhecidos apenas agora. A avaliação leva esses critérios a sério. Em alguns casos, a conclusão é de que outra condição explica melhor os sintomas — e essa honestidade clínica protege você de tratamento inadequado.

iii

Tratamento medicamentoso (quando indicado)

Quando o diagnóstico se confirma e o tratamento medicamentoso é apropriado, as opções de primeira linha em adultos pertencem à classe dos estimulantes. Essa escolha é baseada em evidência científica robusta, incluindo a maior meta-análise da área (Cortese et al., Lancet Psychiatry, 2018), com mais de dez mil adultos avaliados.

Para pacientes que não podem ou não querem usar estimulantes, existem opções não estimulantes. A decisão é sempre tomada em conjunto, com explicação clara dos benefícios esperados, dos efeitos adversos possíveis e do plano de monitoramento.

iv

Psicoterapia e mudanças de vida

Medicação isolada raramente é suficiente. A psicoterapia mais estudada para TDAH adulto é a Terapia Cognitivo-Comportamental adaptada, que ajuda especificamente em gestão de tempo, organização, regulação emocional e enfrentamento das consequências históricas de viver anos sem diagnóstico. Combinação de medicação e psicoterapia é superior a qualquer uma isoladamente, segundo meta-análises recentes. Mudanças de estilo de vida também importam: exercício físico regular, higiene do sono, e estratégias de organização externa que compensam a dificuldade de organização interna.

Condição crônica
Tratamento
contínuo

TDAH é uma condição crônica do neurodesenvolvimento, e o tratamento adequado é contínuo, similar ao tratamento de outras condições crônicas como diabetes ou hipertensão. Os benefícios aparecem rapidamente, geralmente nas primeiras semanas de medicação ajustada corretamente, mas o cuidado se mantém ao longo do tempo, com ajustes conforme momentos diferentes da vida exigem necessidades diferentes.

Mitos e verdades

Cinco crenças sobre TDAH adulto que estão te impedindo de procurar avaliação.

Mito 1
“TDAH é coisa de criança, adulto não tem TDAH.”
+
Aproximadamente 60% das crianças com TDAH mantêm sintomas significativos na idade adulta. A forma como o transtorno se manifesta muda, com a hiperatividade externa diminuindo e a desatenção persistindo, mas o transtorno em si continua. A inclusão explícita de TDAH adulto no DSM-5 e no CID-11 reconhece formalmente essa persistência. Quem diz que adulto não tem TDAH está usando informação clínica defasada em pelo menos quarenta anos.
Mito 2
“TDAH é coisa de quem é hiperativo, e eu não sou hiperativo.”
+
Existem três apresentações de TDAH segundo o DSM-5-TR, e a predominantemente desatenta é a mais comum em adultos, especialmente em mulheres. Pessoas com essa apresentação não têm hiperatividade visível, mas têm dificuldades intensas de atenção, organização, memória de trabalho e gestão de tempo. Se você é organizado por fora e caos por dentro, se você consegue funcionar mas sente que está sempre se esforçando muito mais do que parece necessário para outras pessoas, este pode ser exatamente o seu caso.
Mito 3
“Se eu tomar medicação estimulante, vou virar dependente.”
+
Esta é uma das preocupações mais comuns e merece esclarecimento honesto. Os medicamentos estimulantes usados no TDAH são medicações controladas, mas controladas porque exigem cuidado, não porque sejam viciantes na dose terapêutica corretamente prescrita. A literatura científica mostra inclusive um padrão paradoxal: adultos com TDAH não tratados têm risco aumentado de uso problemático de substâncias, e o tratamento adequado reduz esse risco em vez de aumentar. O risco existe principalmente em uso recreativo ou em doses muito acima das terapêuticas, não no uso clínico adequado.
Mito 4
“Vou perder minha personalidade tomando medicação.”
+
Esta crença é particularmente comum entre pessoas que receberam diagnóstico tardio e que construíram a identidade adulta em torno da forma como o TDAH afeta seu funcionamento. A realidade é que medicação bem ajustada não tira sua criatividade, sua intensidade, sua energia ou sua personalidade. Pessoas em tratamento adequado relatam que se sentem mais elas mesmas, com mais capacidade de executar as ideias que sempre tiveram, em vez de ficar paralisadas pela própria desorganização. Se você se sentir achatado emocionalmente, isso significa que a dose precisa de ajuste, não que o tratamento esteja errado.
Mito 5
“Diagnóstico tardio não vai mudar nada na minha vida agora.”
+
Esta é talvez a crença que mais atrasa o tratamento e mais limita o potencial de mudança. Estudos consistentes mostram que adultos diagnosticados tardiamente e tratados adequadamente apresentam melhora em produtividade no trabalho, satisfação em relacionamentos, organização da vida cotidiana, regulação emocional e redução de comorbidades como ansiedade e depressão. Não é exagero dizer que muitas pessoas relatam que o diagnóstico foi um divisor de águas na vida. O custo de não tratar inclui anos a mais de sofrimento desnecessário.
Dr. Thiago Westmann — médico com atuação clínica em Psiquiatria, Mogi das Cruzes
Quem vai te receber

Dr. Thiago Westmann

Médico com atuação clínica em Psiquiatria, com foco no diagnóstico e tratamento de TDAH em adultos baseado em critérios DSM-5-TR e CID-11.

Graduação em Medicina pela Universidade de Mogi das Cruzes (2016) e Pós-Graduação Lato Sensu em Psiquiatria pelo CENBRAP — Centro Brasileiro de Pós-Graduações (2020). Produção de conteúdo educativo publicado sobre TDAH em adultos com referência a fontes acadêmicas internacionais, incluindo o World Federation of ADHD International Consensus Statement.

“Meu compromisso é oferecer um cuidado integral à saúde mental, com escuta ativa e sensível que valoriza a singularidade de cada pessoa. Utilizo abordagens baseadas em evidências para que meus pacientes despertem o autoconhecimento, encarando o adoecimento não como um fim, mas como uma oportunidade de cura e crescimento.”

CRM-SP 183.407
Consulta 1 hora
Atendimento presencial
Acessibilidade para PcD
Avaliações

O que pacientes dizem sobre o atendimento.

Avaliações reais publicadas no Google. Em respeito à Resolução CFM 2.336/2023, não publicamos relatos com diagnóstico identificável nem usamos depoimentos como promessa de resultado.

★★★★★

“Excelente médico em Mogi das Cruzes, o único psiquiatra que quis realmente me escutar, entender e para somente depois falar um diagnóstico e prosseguir. Me senti como conversando com um ‘amigo disposto a ajudar’. Recomendo!”

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★★★★★

“Ótimo atendimento, Dr. Thiago é muito atencioso, um médico humano sempre procurando ajudar o paciente. Ele não tem pressa em atender, o que quer é resolver o problema.”

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★★★★★

“Ambiente discreto e acolhedor. Fui cheia de medos que foram logo dissipados pelas explicações dadas pacientemente pelo Dr. Thiago, que foi pura simpatia.”

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★★★★★

“Dr. Thiago é muito atencioso e preocupado com o paciente. Não tem pressa nas consultas, passa muita confiança e explica tudo com calma. Foi um divisor de águas no tratamento do TDAH do meu filho.”

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Próximo passo

Como agendar sua avaliação.

1

Entre em contato pelo WhatsApp

Você será atendido pela secretária do Dr. Thiago, que entenderá brevemente sua situação e proporá horários compatíveis com sua rotina.

2

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Consultório no Patteo Mogilar Sky Mall, em Mogi das Cruzes, com acessibilidade para pessoas com deficiência e estacionamento no próprio edifício.

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A avaliação inicial dura 1 hora. Traga exames recentes, lista de medicamentos em uso e relatórios anteriores — se tiver. Se não tiver, venha do jeito que está.

Investimento
Valor informado pela secretária no WhatsApp ou por telefone.
Convênios
Atendimento particular com emissão de recibo para reembolso pelo plano de saúde.
Perguntas frequentes

Dúvidas que recebemos com frequência.

Existe exame de sangue ou imagem que diagnostique TDAH?

+
Não. O diagnóstico de TDAH é clínico, baseado em entrevista detalhada e aplicação de escalas validadas como o ASRS da OMS e o CAARS de Conners. Exames laboratoriais podem ser solicitados não para confirmar TDAH, mas para excluir causas médicas que mimetizam sintomas semelhantes (hipotireoidismo, anemia, apneia obstrutiva do sono, deficiências vitamínicas).

Preciso lembrar dos sintomas na infância para receber diagnóstico?

+
Sim, é um critério importante do DSM-5-TR que sintomas estejam presentes antes dos 12 anos. Não precisam ter sido reconhecidos como TDAH na época. Pode ser útil ter relatos de pais, irmãos mais velhos, professores, ou material escolar (boletins, recados), mas se você consegue lembrar de padrões da própria infância, isso já contribui significativamente para a avaliação.

Vou sair da primeira consulta com receita?

+
Depende do caso. Em alguns pacientes, o quadro clínico já está claro na primeira consulta e o tratamento medicamentoso pode começar logo. Em outros, é necessário aprofundar a investigação em uma segunda consulta, solicitar exames complementares para excluir causas orgânicas, ou esperar relatos de pessoas próximas. A decisão sobre quando e o que prescrever é sempre clínica e individualizada — nunca apressada.

Sou mulher adulta e descobri a possibilidade agora — é tarde demais?

+
Não, não é tarde demais. Mulheres adultas representam um dos grupos historicamente mais subdiagnosticados de TDAH no mundo todo. Diagnóstico tardio é a regra, não exceção. Estudos consistentes mostram que adultas diagnosticadas mesmo após os 40, 50 ou 60 anos apresentam melhora significativa em qualidade de vida, produtividade e regulação emocional com tratamento adequado. O caminho é avaliação médica criteriosa, e ela vale a pena em qualquer idade.

Atendem convênios médicos?

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O atendimento é particular, com emissão de recibo para que você solicite reembolso ao seu plano de saúde. A maior parte dos planos cobre parcial ou integralmente o valor da consulta psiquiátrica. Recomendamos confirmar diretamente com o seu plano antes da consulta.

O atendimento é online ou presencial?

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O atendimento é exclusivamente presencial, em Mogi das Cruzes. Para a avaliação de TDAH adulto, o encontro presencial agrega elementos clínicos relevantes que ganham com observação direta — postura, contato visual, padrão de fala, regulação corporal durante a conversa.

Quais os dias e horários de atendimento?

+
A agenda é dinâmica. A secretária informa os horários disponíveis no momento do contato pelo WhatsApp.

Talvez nada do que você achava que era falha sua fosse, na verdade, falha sua.

Muitos adultos com TDAH passaram décadas se cobrando, se culpando, tentando compensar com mais esforço, mais cafeína, mais horas de trabalho. O custo dessa compensação é alto, e raramente sustentável.

Você não está exagerando. Não está se vitimizando.
Você pode estar finalmente percebendo algo que sempre esteve lá.

Avaliação médica criteriosa é o caminho para confirmar ou descartar a hipótese, e em qualquer dos casos, você sai com clareza sobre quem você é e o que está acontecendo com você. Esse tipo de clareza, para muitos pacientes, é um divisor de águas.

Dr. Thiago Westmann
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