Tratamento de Depressão — Dr. Thiago Westmann | Mogi das Cruzes
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Dr. Thiago Westmann
Psiquiatria · Depressão
Transtornos Depressivos · CID-11 6A70/6A71

Depressão não é tristeza passageira,
não é falta de fé,
não é fraqueza.
É uma doença médica,
e tem tratamento.

No Brasil, 16,3 milhões de adultos vivem com depressão segundo a Pesquisa Nacional de Saúde de 2019. Mais de 70% não receberam tratamento adequado. Se você se reconhece em algum sintoma, este pode ser o momento de mudar essa estatística para você.

Atendimento presencial com Dr. Thiago Westmann, médico com atuação clínica em Psiquiatria, com foco no diagnóstico e tratamento de transtornos depressivos baseado em critérios DSM-5-TR e CID-11.
CRM-SP 183.407 · Consultório em Mogi das Cruzes/SP · Consulta de 1 hora.

16,3 mi

Adultos brasileiros vivem com depressão (PNS 2019, IBGE).

~80%

Dos pacientes respondem ao tratamento adequado, segundo a literatura clínica.

Brasil tem a maior prevalência de depressão da América Latina (OMS).

Reconhecimento

Veja se você se reconhece
em vários destes sinais.

Depressão raramente aparece como um sintoma só. Ela tipicamente afeta humor, pensamento, corpo e comportamento ao mesmo tempo, em combinações que variam de pessoa para pessoa. Marque mentalmente quantos destes sinais aparecem em você há pelo menos duas semanas, considerando especialmente os que representam uma mudança em relação ao seu funcionamento habitual.

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Sintomas emocionais

Tristeza persistente, vazio interno, sensação de que nada faz sentido.

Perda do interesse ou prazer em coisas que antes te davam alegria.

Irritabilidade que não combina com o seu jeito de ser.

Sentimentos de culpa, inutilidade ou autocrítica excessiva por coisas pequenas.

Sensação de desesperança, como se nada fosse melhorar.

Choro fácil sem motivo claro, ou vontade de chorar e não conseguir.

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Sintomas cognitivos

Dificuldade de concentração, mesmo em coisas que antes você fazia automaticamente.

Lentidão de pensamento, dificuldade de tomar decisões mesmo as simples.

Mente que repete os mesmos pensamentos negativos em loop, ruminação constante.

Memória pior, esquecimento de coisas que você costumava lembrar com facilidade.

Visão pessimista sobre si, sobre o futuro, sobre as outras pessoas.

Pensamentos repetitivos de morte, ou pensamentos de que seria melhor não estar aqui.

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Sintomas físicos

Cansaço extremo que não passa com descanso, falta de energia constante.

Alterações do sono: insônia que não responde, ou dormir demais e ainda acordar cansado.

Alterações do apetite, comer muito menos ou muito mais que o habitual, com mudança de peso.

Dores físicas sem causa aparente, dor de cabeça constante, dor nas costas.

Lentidão dos movimentos, falar mais devagar, parecer “amassado” por dentro.

Queda da libido, perda do interesse sexual ou dificuldade de prazer.

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Sintomas comportamentais

Isolamento social, cancelar planos, deixar de responder mensagens.

Perda de produtividade no trabalho ou nos estudos, faltas frequentes ou rendimento muito abaixo do habitual.

Negligência com autocuidado, deixar de cuidar da aparência, da casa, da rotina básica.

Aumento do uso de álcool, comida, redes sociais ou qualquer outra forma de “anestesia”.

Procrastinação intensa, deixar para depois mesmo coisas importantes.

Sensação de estar em modo automático, apenas funcionando sem estar presente.

Se você se reconheceu em vários itens de pelo menos dois destes blocos, e isso vem acontecendo há duas semanas ou mais, o que você está vivendo provavelmente é depressão clínica.

Não é frescura, não é falta de fé, não é fraqueza moral. É uma condição médica com mecanismos biológicos identificáveis, com tratamento eficaz baseado em décadas de pesquisa. E o primeiro passo é uma avaliação adequada.

O que a ciência diz

Cinco verdades sobre depressão
que precisam ser ditas com clareza.

Depressão é, ainda hoje, um dos diagnósticos mais cercados de desinformação no Brasil. Antes de você considerar agendar uma avaliação, vale entender cinco pontos que separam o que a ciência mostra do que a cultura popular ainda repete.

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Depressão é uma doença, com base biológica identificável.

A depressão envolve alterações em neurotransmissores específicos, principalmente serotonina, noradrenalina e dopamina, com mudanças mensuráveis em circuitos cerebrais incluindo hipocampo, córtex pré-frontal e amígdala. A depressão crônica produz atrofia mensurável no hipocampo em estudos de neuroimagem.

Familiares de primeiro grau de pessoas com depressão têm risco duas a quatro vezes maior, mostrando componente genético claro. Quem chama depressão de frescura está ignorando décadas de pesquisa em neurociência.

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Depressão tem múltiplos subtipos, e o tratamento certo depende do subtipo.

Existe transtorno depressivo maior em episódio único ou recorrente, transtorno depressivo persistente, depressão pós-parto, depressão sazonal, transtorno disfórico pré-menstrual, e depressão bipolar, entre outros. Cada subtipo tem mecanismos parcialmente diferentes e responde melhor a abordagens específicas.

Tratar depressão como condição única é como tratar todas as dores de cabeça do mesmo jeito, ignorando que enxaqueca, cefaleia tensional e dor por hipertensão exigem condutas diferentes. Diagnóstico cuidadoso do subtipo é parte central do trabalho clínico.

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Aproximadamente 80% dos pacientes respondem ao tratamento adequado.

Estudos clínicos consistentes mostram que oito em cada dez pacientes com depressão respondem ao tratamento quando ele é feito corretamente, com diagnóstico apropriado, escolha adequada de modalidade terapêutica, dose certa, tempo suficiente, e ajustes conforme a evolução.

O problema central no Brasil não é falta de tratamento eficaz, é falta de acesso a tratamento bem feito. Mais de 70% dos brasileiros diagnosticados com depressão não recebem tratamento adequado, segundo análise do Instituto de Estudos para Políticas de Saúde.

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Antidepressivos modernos não causam dependência química.

Esta é talvez a confusão mais comum sobre tratamento medicamentoso de depressão. Antidepressivos das classes ISRS e IRSN, que são primeira linha de tratamento, não produzem fissura, não produzem necessidade de aumento progressivo de dose para sentir o mesmo efeito, e não causam dependência química no sentido em que substâncias como álcool, opioides ou benzodiazepínicos podem causar.

O que pode haver é uma síndrome de descontinuação se a medicação for suspensa abruptamente, com sintomas como tonturas, dor de cabeça ou náuseas, que são diferentes de dependência e que são evitados pela retirada gradual e planejada quando chega o momento.

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Existem opções modernas para depressão resistente que muitos pacientes nem sabem que existem.

Para a maioria dos pacientes, o tratamento padrão com psicoterapia e antidepressivos é suficiente. Mas quando o quadro não responde adequadamente após tentativas suficientes, existem modalidades modernas com forte evidência científica.

A estimulação magnética transcraniana é uma neuromodulação não invasiva reconhecida pelo FDA desde 2008 e pelo Conselho Federal de Medicina como ato médico desde 2012, com nível A de evidência para depressão resistente. A escetamina intranasal foi aprovada pela Anvisa em 2020 para casos refratários e tem ação rápida em horas. A eletroconvulsoterapia moderna, realizada sob anestesia geral e completamente diferente das imagens dramatizadas do passado, é o tratamento mais eficaz disponível para depressão grave e resistente.

Conhecer essas opções importa porque mostra que mesmo casos difíceis têm caminho clínico claro.

Se você está em sofrimento depressivo há semanas ou meses, a pergunta não é se existe tratamento que pode te ajudar. A evidência científica é clara sobre a existência de tratamentos eficazes. A pergunta é se você vai dar a si mesmo a chance de procurar avaliação adequada.

Os subtipos principais

Depressão não é uma coisa só.
Os principais subtipos exigem abordagens específicas.

Identificar com precisão qual subtipo de depressão descreve o seu caso é parte central da avaliação psiquiátrica. Os tratamentos compartilham base comum, mas têm calibrações importantes que afetam diretamente a chance de resposta. Aqui estão os subtipos mais frequentes que aparecem no consultório.

1Transtorno depressivo maior em episódio único
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Episódio com cinco ou mais sintomas depressivos persistentes por pelo menos duas semanas, representando mudança do funcionamento prévio. É a apresentação clássica e mais frequente. Pode ser disparado por evento específico ou aparecer aparentemente sem causa identificável. Tem boa resposta a tratamento adequado, especialmente quando iniciado nas primeiras semanas do episódio.
2Transtorno depressivo recorrente
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Padrão de dois ou mais episódios depressivos separados por períodos de remissão de pelo menos dois meses. Cerca de metade dos pacientes com primeiro episódio terão um segundo, e após dois episódios o risco de recorrência sobe para 70 a 80%. Por isso, em quadros recorrentes, o tratamento de manutenção tem importância especial para reduzir frequência e gravidade de futuros episódios.
3Transtorno depressivo persistente (distimia)
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Quadro depressivo crônico, de intensidade tipicamente mais leve do que o transtorno depressivo maior, mas com duração mínima de dois anos. A pessoa frequentemente acredita que esse é apenas o seu jeito de ser, sem perceber que está vivendo dentro de um quadro clínico. É um dos subtipos mais subdiagnosticados, especialmente em adultos que apresentam o padrão desde a adolescência.
4Depressão pós-parto e peripartal
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Quadro depressivo com início durante a gestação ou no primeiro ano após o parto, atingindo entre 10 e 20% das puérperas no Brasil segundo estudos epidemiológicos. Tem características próprias que incluem culpa relacionada à maternidade, dificuldade de vínculo com o bebê e ansiedade marcada. O tratamento exige cuidado especial com escolha medicamentosa compatível com amamentação quando aplicável.
5Depressão com características psicóticas
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Quadro depressivo grave acompanhado de sintomas psicóticos como delírios de culpa, de ruína ou de doença, ou alucinações auditivas. Exige tratamento combinado de antidepressivo com antipsicótico, ou em casos graves, eletroconvulsoterapia. É emergência psiquiátrica que precisa de avaliação imediata.
6Depressão resistente ao tratamento
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Quadro depressivo que não respondeu adequadamente a pelo menos duas tentativas terapêuticas com antidepressivos diferentes em dose e tempo apropriados. Atinge cerca de 30% dos pacientes com depressão e exige abordagem específica, incluindo combinações medicamentosas, potencialização com lítio ou antipsicóticos atípicos, estimulação magnética transcraniana, escetamina intranasal ou eletroconvulsoterapia.

Definir qual subtipo melhor descreve o seu caso é trabalho da avaliação médica. Erros de classificação são uma das causas mais comuns de falha terapêutica em depressão, especialmente quando depressão bipolar é confundida com depressão unipolar e tratada apenas com antidepressivos, que podem desencadear mania nesses casos.

Diagnóstico preciso é a base
de um tratamento que funciona.

Quero conversar sobre o que estou sentindo
Como funciona o tratamento

O que acontece quando você chega ao consultório.

O tratamento da depressão é estruturado em quatro pilares, ajustados para o seu caso específico. Não existe protocolo único, e desconfie de qualquer profissional que prometa uma fórmula. O que existe é um método clínico baseado em evidências de mais de quarenta anos de pesquisa científica, adaptado para a sua história, seu subtipo e o seu momento de vida.

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Avaliação clínica completa

Consulta inicial com duração de 1 hora. Você conta sua história, descreve seus sintomas, fala sobre seu contexto atual e responde a instrumentos psicométricos validados como o PHQ-9, o Inventário de Beck ou a Escala de Hamilton. Junto disso, é feita uma investigação cuidadosa para identificar o subtipo de depressão, avaliar risco clínico, mapear comorbidades comuns (ansiedade, uso de substâncias, transtornos do sono) e descartar causas orgânicas que mimetizam depressão como hipotireoidismo, anemia, deficiência de vitamina B12 ou D.

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Psicoterapia indicada

A psicoterapia mais estudada para depressão é a Terapia Cognitivo-Comportamental, considerada padrão-ouro com evidência empírica robusta, comparável à medicação em depressão leve a moderada e com efeito preventivo contra recorrência superior. A Terapia Interpessoal é especialmente eficaz quando há gatilhos relacionais. A Mindfulness-Based Cognitive Therapy tem forte evidência para prevenção de recaída. A indicação é feita após avaliação, considerando seu perfil e seu quadro específico.

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Manejo medicamentoso (quando indicado)

A primeira linha medicamentosa para depressão são os antidepressivos das classes ISRS (sertralina, escitalopram, fluoxetina) e IRSN (venlafaxina, duloxetina). O efeito clínico pleno aparece em três a seis semanas, e essas medicações não causam dependência.

Para casos específicos, existem opções adicionais como bupropiona, mirtazapina, vortioxetina, e em quadros resistentes, modalidades modernas como estimulação magnética transcraniana ou escetamina intranasal. A decisão é sempre tomada em conjunto, com explicação clara dos motivos e do tempo previsto.

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Mudanças de estilo de vida com base em evidências

Existem intervenções comportamentais que reduzem depressão de forma comprovada por estudos clínicos. Exercício aeróbico regular (150 a 300 minutos por semana) tem efeito comparável a antidepressivos em quadros leves a moderados. Higiene do sono, com horários consistentes, melhora significativamente os sintomas. Dieta padrão mediterrâneo está associada a menor risco e melhor resposta. Reconexão com vínculos sociais e atividades prazerosas faz parte do tratamento. Essas intervenções não substituem tratamento médico, mas potencializam significativamente os resultados.

Tempo médio
6 a 12 meses

Para o primeiro episódio depressivo, o tratamento mínimo após a remissão dos sintomas é de 6 a 12 meses, para reduzir significativamente o risco de recaída precoce. Em quadros recorrentes ou crônicos, o tratamento de manutenção pode ser prolongado. A primeira melhora subjetiva costuma aparecer nas primeiras 3 a 6 semanas, especialmente em sono, energia e apetite.

Mitos e verdades

Cinco crenças sobre depressão que estão te impedindo de procurar ajuda.

Mito 1

“Depressão é só tristeza. Vai passar.”

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Tristeza é uma emoção que aparece em resposta a algo e que passa com o tempo. Depressão é um quadro complexo envolvendo humor, cognição, sono, apetite, energia, motivação e funções corporais, que não passa por vontade própria e que tipicamente piora silenciosamente quando não tratado. Cerca de metade dos pacientes com primeiro episódio terão um segundo, e o risco aumenta significativamente após cada recaída. Esperar passar sozinho frequentemente significa piorar o quadro e tornar o tratamento futuro mais longo.
Mito 2

“Antidepressivo vicia, e eu vou ficar dependente.”

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Antidepressivos das classes ISRS, IRSN, atípicos e tricíclicos não causam dependência química. Eles não geram a necessidade de aumentar a dose para sentir o mesmo efeito, e não geram fissura quando suspensos no tempo certo. O que pode haver é uma síndrome de descontinuação se forem suspensos abruptamente, com sintomas como tonturas, dor de cabeça ou náuseas, que são diferentes de dependência. A retirada, quando chega o momento, é sempre planejada e gradual.
Mito 3

“Só pessoas com vida ruim ficam deprimidas.”

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Depressão pode afetar qualquer pessoa, independentemente de classe social, sucesso profissional ou aparente “vida boa”. Existe inclusive um padrão clínico conhecido como depressão de alto funcionamento, em que a pessoa mantém rotina normal, produtividade no trabalho e vida social mínima funcionando enquanto por dentro vive sofrimento depressivo significativo. Esse padrão é frequentemente subdiagnosticado porque a pessoa não parece deprimida pelos critérios visuais que a cultura popular associa à condição.
Mito 4

“Eletroconvulsoterapia é coisa de filme antigo, é desumano.”

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A eletroconvulsoterapia moderna é completamente diferente das imagens dramatizadas em filmes antigos. É realizada sob anestesia geral, é indolor, e é o tratamento mais eficaz disponível para depressão grave e resistente, com taxas de remissão entre 50 e 90%. É especialmente indicada em depressão com características psicóticas, depressão catatônica, gestantes que precisam evitar medicação, idosos com sintomas graves, e situações de risco clínico imediato. Os principais efeitos adversos são alterações de memória de curto prazo, geralmente transitórias. É tratamento de última geração, não recurso do passado.
Mito 5

“Falar sobre pensamentos de morte vai piorar o quadro.”

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Esta crença causa danos reais, porque ela faz pacientes e familiares evitarem conversas que poderiam salvar vidas. A evidência científica é clara: perguntar sobre pensamentos de morte ou de fazer mal a si mesmo NÃO induz esses pensamentos nem aumenta o risco. Pelo contrário, falar sobre o assunto com um profissional reduz o sofrimento, abre caminho para avaliação adequada de risco e permite intervenção apropriada. Nunca evite a conversa por medo de “piorar”. O silêncio é que piora.
Dr. Thiago Westmann — médico com atuação clínica em Psiquiatria, Mogi das Cruzes
Quem vai te receber

Dr. Thiago Westmann

Médico com atuação clínica em Psiquiatria, com foco no diagnóstico e tratamento de transtornos depressivos e quadros relacionados ao humor.

Graduação em Medicina pela Universidade de Mogi das Cruzes (2016) e Pós-Graduação Lato Sensu em Psiquiatria pelo CENBRAP — Centro Brasileiro de Pós-Graduações (2020).

“Meu compromisso é oferecer um cuidado integral à saúde mental, com escuta ativa e sensível que valoriza a singularidade de cada pessoa. Utilizo abordagens baseadas em evidências para que meus pacientes despertem o autoconhecimento, encarando o adoecimento não como um fim, mas como uma oportunidade de cura e crescimento.”

CRM-SP 183.407
Consulta 1 hora
Atendimento presencial
Acessibilidade para PcD
Avaliações

O que pacientes dizem sobre o atendimento.

Avaliações reais publicadas no Google. Em respeito à Resolução CFM 2.336/2023, não publicamos relatos com diagnóstico identificável nem usamos depoimentos como promessa de resultado.

“Excelente médico em Mogi das Cruzes, o único psiquiatra que quis realmente me escutar, entender e para somente depois falar um diagnóstico e prosseguir. Me senti como conversando com um ‘amigo disposto a ajudar’. Recomendo!”

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“Ótimo atendimento, Dr. Thiago é muito atencioso, um médico humano sempre procurando ajudar o paciente. Ele não tem pressa em atender, o que quer é resolver o problema.”

via Google Reviews

“Ambiente discreto e acolhedor. Fui cheia de medos que foram logo dissipados pelas explicações dadas pacientemente pelo Dr. Thiago, que foi pura simpatia.”

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“Dr. Thiago é muito atencioso e preocupado com o paciente. Não tem pressa nas consultas, passa muita confiança e explica tudo com calma.”

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Próximo passo

Como agendar sua avaliação.

1

Entre em contato pelo WhatsApp

Você será atendido pela secretária do Dr. Thiago, que entenderá brevemente sua situação e proporá horários compatíveis com sua rotina.

2

Confirme data e horário

Consultório no Patteo Mogilar Sky Mall, em Mogi das Cruzes, com acessibilidade para pessoas com deficiência e estacionamento no próprio edifício.

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Compareça no horário marcado

A avaliação inicial dura 1 hora. Traga exames recentes, lista de medicamentos em uso e relatórios anteriores — se tiver. Se não tiver, venha do jeito que está.

Investimento
Valor informado pela secretária no WhatsApp ou por telefone.
Convênios
Atendimento particular com emissão de recibo para reembolso pelo plano de saúde.
Perguntas frequentes

Dúvidas que recebemos com frequência.

Como sei se estou com depressão clínica e não apenas com uma fase difícil?

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A distinção é clínica e exige avaliação adequada. Em linhas gerais, o critério mínimo do DSM-5-TR exige cinco ou mais sintomas depressivos persistentes por pelo menos duas semanas, com prejuízo significativo em funcionamento e mudança em relação ao funcionamento habitual. Se o que você está sentindo se encaixa nesse padrão, vale buscar avaliação. Não há prejuízo em descobrir que é “apenas uma fase”. Há prejuízo em deixar uma depressão clínica sem tratamento esperando passar.

Vou precisar tomar antidepressivo?

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Depende da gravidade, do subtipo e da sua resposta a abordagens iniciais. Em depressão leve, frequentemente psicoterapia e mudanças de estilo de vida bastam. Em depressão moderada a grave, a combinação de medicação e psicoterapia tem evidência superior. Em casos resistentes, existem modalidades modernas como estimulação magnética transcraniana e escetamina. A decisão é tomada em conjunto, baseada na sua história e no que faz mais sentido para o seu caso.

Em quanto tempo o tratamento começa a fazer efeito?

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A primeira melhora subjetiva costuma aparecer nas primeiras três a seis semanas de tratamento medicamentoso bem ajustado, especialmente em sintomas físicos como sono, energia e apetite. O efeito clínico pleno aparece entre seis e doze semanas. A psicoterapia tem efeito gradual ao longo de meses. É importante manter expectativa realista: depressão não some em uma semana, mas começa a aliviar muito antes do que a maioria das pessoas imagina.

Atendem convênios médicos?

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O atendimento é particular, com emissão de recibo para que você solicite reembolso ao seu plano de saúde. A maior parte dos planos cobre parcial ou integralmente o valor da consulta psiquiátrica. Recomendamos confirmar diretamente com o seu plano antes da consulta.

O atendimento é online ou presencial?

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O atendimento é exclusivamente presencial, em Mogi das Cruzes. Para o tratamento de depressão, o encontro físico ganha em qualidade clínica, especialmente na avaliação inicial onde observação direta do humor, do contato, da postura e da regulação corporal traz informações importantes para o diagnóstico e para a calibração do plano terapêutico.

Quais os dias e horários de atendimento?

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A agenda é dinâmica. A secretária informa os horários disponíveis no momento do contato pelo WhatsApp.

O consultório tem acessibilidade para pessoas com deficiência?

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Sim. O consultório fica no Patteo Mogilar Sky Mall, edifício com acessibilidade completa, incluindo elevadores, rampas e banheiros adaptados.

O peso que você carrega
tem nome, tem causa,
e tem caminho.

Depressão é uma das condições psiquiátricas com mais opções de tratamento eficaz disponíveis hoje. Estudos clínicos consistentes mostram que aproximadamente oito em cada dez pacientes respondem ao tratamento quando ele é feito corretamente.

Você não está exagerando. Não está fraco.
Está com uma condição médica tratável, e existe um caminho para sair dela.

A diferença entre quem se recupera bem e quem fica preso na depressão por anos não é a gravidade inicial. É o tempo entre reconhecer o sofrimento e procurar ajuda médica especializada. Quanto mais cedo você começa, mais simples e mais sustentável é a recuperação.

Em risco imediato?

Se você está em crise emocional grave ou tendo pensamentos de fazer mal a si mesmo, procure ajuda agora. Estes recursos estão disponíveis 24 horas, são gratuitos e confidenciais:

CVV 188 — Centro de Valorização da Vida, 24 horas, ligação gratuita de qualquer telefone.
SAMU 192 — Atendimento médico de urgência.
Ou procure o pronto-socorro psiquiátrico mais próximo, ou CAPS de sua região.