Tratamento de Burnout — Dr. Thiago Westmann | Mogi das Cruzes
Agendar avaliação
Síndrome de Burnout · CID-11 QD85

Burnout não é frescura, não é preguiça, e não passa com um final de semana de descanso.

É uma síndrome médica reconhecida pela Organização Mundial da Saúde e está por trás do recorde histórico de afastamentos do trabalho no Brasil. Se você sente que está se apagando aos poucos, este é o lugar para começar a se recuperar.

Atendimento presencial com Dr. Thiago Westmann, médico com atuação clínica em Psiquiatria, dedicada ao tratamento de Síndrome de Burnout.
CRM-SP 183.407 · Consultório em Mogi das Cruzes/SP · Consulta de 1 hora.

493%

Aumento de afastamentos do INSS por burnout entre 2021 e 2024.

Lugar do Brasil no ranking mundial de prevalência de burnout (ISMA-BR).

QD85

Código oficial da OMS na CID-11, em vigor no Brasil desde janeiro de 2025.

Reconhecimento

Veja se você se reconhece nestes sinais.

Burnout não chega de uma vez. Ele se instala em meses, às vezes em anos, disfarçado de “eu só preciso aguentar mais um pouco”. Marque mentalmente quantos destes sinais aparecem na sua rotina das últimas semanas.

Você acorda mais cansado do que quando foi dormir, mesmo dormindo o suficiente.

A ideia de começar mais um dia de trabalho dá um aperto no peito antes mesmo de você sair de casa.

Você está irritado com gente que antes não te incomodava, inclusive com pessoas que você ama.

O trabalho que um dia teve sentido virou uma sequência de tarefas vazias que você cumpre no automático.

Você esquece coisas simples, perde o fio do raciocínio em reuniões, relê o mesmo e-mail três vezes sem entender.

Dor de cabeça, dor no estômago, dor nas costas, taquicardia, queda de cabelo, gripes seguidas. O corpo está reclamando.

Você está bebendo mais café, mais álcool, mais qualquer coisa que ajude a “aguentar” ou a “desligar”.

Final de semana virou ressaca da semana, e não pausa de verdade. Domingo à noite já é segunda-feira.

Você se sente um fracasso mesmo entregando o que precisa entregar, e às vezes acha que ninguém perceberia se você sumisse.

A ideia de tirar férias parece impossível, e quando tira, volta pior.

Se quatro ou mais destes pontos descrevem você, continue lendo com calma. O que está acontecendo tem nome, tem causa e tem tratamento.

O que a ciência diz

Burnout é uma doença reconhecida pela Organização Mundial da Saúde.

A palavra “burnout” foi usada pela primeira vez em 1974 pelo psicanalista alemão Herbert Freudenberger, ao descrever um padrão clínico em colegas voluntários: pessoas comprometidas, idealistas, dedicadas, que depois de meses apresentavam fadiga crônica, irritabilidade, dores físicas sem causa aparente e perda completa do interesse pelo trabalho que antes amavam.

Quarenta e cinco anos depois, em 2019, a Organização Mundial da Saúde formalizou o burnout como síndrome ocupacional na CID-11, sob o código QD85. A classificação está em vigor no Brasil desde 1º de janeiro de 2025.

A OMS define burnout como uma síndrome resultante do estresse crônico no trabalho que não foi adequadamente gerenciado, com três dimensões que aparecem juntas:

i

Exaustão

Esgotamento de energia que não melhora com descanso comum.

ii

Distanciamento

Cinismo silencioso de quem deixou de se importar com o trabalho que antes mobilizava sentido.

iii

Queda de eficácia

Sensação de que você não consegue mais entregar o que entregava.

Repare na palavra-chave dessa definição: crônico. Burnout não é a semana ruim, o projeto difícil, o chefe insuportável de um trimestre. É o que sobra no corpo e na mente quando a semana ruim virou ano ruim e o ano ruim virou cinco anos de “vou aguentar até passar essa fase”. Ele não passa porque a fase não passou.

Diagnóstico diferencial

Estresse, burnout e depressão se parecem por fora. Por dentro, exigem tratamentos diferentes.

Quadro i

Estresse

Resposta normal do corpo a uma demanda específica. Quando a demanda passa, o corpo volta ao equilíbrio.

Foco do consultório
Quadro ii

Burnout

Quando o estresse não passa há tanto tempo que o sistema nervoso deixa de voltar ao equilíbrio. Situacional, ligado ao trabalho.

Quadro iii

Depressão

Atravessa todas as áreas da vida. A pessoa perde prazer em quase tudo, pode aparecer sem causa identificável.

Aqui está o ponto que importa para você: cerca de metade dos casos graves de burnout evolui com um quadro depressivo concomitante, segundo estudo finlandês publicado por Ahola e colaboradores no Journal of Affective Disorders (2005, n=3.276 trabalhadores).

Isso significa que diagnosticar burnout sem investigar se já existe depressão é tratar pela metade. Significa também que iniciar um tratamento para depressão sem entender a engrenagem laboral que sustenta o burnout é tratar pelo lado errado. O diagnóstico diferencial é uma competência médica — é o que diferencia uma avaliação psiquiátrica de uma escuta terapêutica. Ambas têm valor, mas cumprem funções diferentes.

Modelo de Freudenberger

As 12 fases do burnout. Em qual você está?

Freudenberger, junto com a psicóloga Gail North, descreveu o burnout como uma sequência de doze estágios que se desenrolam de forma quase invisível. A maior parte dos pacientes chega ao consultório entre as fases sete e dez. Tratamento iniciado nas fases iniciais tem prognóstico melhor — mas mesmo em estágios avançados, há recuperação.

1Necessidade compulsiva de se provar
+
Você sente que precisa entregar mais, parecer mais competente, ser indispensável. Parece ambição saudável. Não é.
2Trabalhar mais do que o corpo aguenta
+
A jornada se estica. Você atende mensagem em qualquer horário. O trabalho começa a ocupar espaço que era de outras coisas.
3Negligenciar necessidades básicas
+
Sono diminui. Refeições viram lanche entre reuniões. Exercício some. Sexo some. O corpo é o primeiro a pagar a conta.
4Deslocamento de conflitos
+
Você sabe que algo está errado, mas culpa o trânsito, o clima, o cônjuge, o filho — qualquer coisa menos a engrenagem que está te moendo.
5Revisão de valores
+
O trabalho passa a ser o centro de tudo. Família, amigos, hobbies, projetos pessoais perdem peso. “Depois eu cuido disso.”
6Negação dos problemas emergentes
+
Quando alguém te diz que você está estranho, você acha que a pessoa é que não entende a pressão que você está vivendo.
7Afastamento social
+
Você cancela encontros, deixa de responder mensagens, vira aquele amigo que sumiu. Estar com gente cansa.
8Mudanças comportamentais visíveis
+
Os outros começam a perceber. Você está mais ríspido, mais distante, mais imprevisível. Você nota que estão notando — e isso te irrita ainda mais.
9Despersonalização
+
Você começa a sentir que não é mais você. Funciona, entrega, responde — mas é como se estivesse vendo a si mesmo de fora.
10Vazio interior
+
Nada mais traz prazer. Comida, sexo, série, viagem, conquista no trabalho. Tudo parece sem cor.
11Depressão
+
Aparece como uma sombra que não vai embora. Tristeza persistente, desesperança, em alguns casos pensamentos de que tudo seria mais fácil se você não estivesse mais aqui.
12Colapso de burnout
+
O corpo ou a mente para. Pode ser uma crise de pânico no trabalho, um choro que não para, uma internação, um acidente, uma decisão impulsiva.

Você não precisa chegar na fase doze para merecer cuidado.

Quero conversar sobre o que estou sentindo
Como funciona o tratamento

O que acontece quando você chega ao consultório.

O tratamento de burnout não é uma receita única — desconfie de qualquer profissional que prometa isso. O que existe é um processo estruturado em quatro pilares, ajustado caso a caso, dentro de uma escuta ativa e sensível que valoriza a singularidade de cada pessoa.

i

Avaliação clínica completa

Consulta inicial de 1 hora. Você conta sua história, contexto de trabalho, sintomas, histórico clínico e familiar, e responde a instrumentos psicométricos validados como o Maslach Burnout Inventory. A investigação inclui comorbidades comuns que costumam vir junto do burnout: depressão, transtornos de ansiedade, distúrbios do sono, alterações endócrinas. Em casos onde há suspeita, são solicitados exames laboratoriais para excluir causas orgânicas que mimetizam os sintomas (hipotireoidismo, deficiências vitamínicas, anemia).

ii

Psicoterapia indicada

As abordagens com maior evidência científica para burnout são a Terapia Cognitivo-Comportamental e as terapias de terceira onda, especialmente as baseadas em mindfulness e a Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT). O Dr. Thiago trabalha de forma integrada com a rede de psicólogos do paciente, ou, caso ainda não tenha terapeuta, com indicação de profissionais alinhados ao seu caso.

iii

Manejo medicamentoso (quando indicado)

Nem todo paciente precisa de medicação. Quando há comorbidade com depressão, transtorno de ansiedade ou insônia grave que impede a recuperação, antidepressivos modernos (que atuam regulando os sistemas de serotonina e noradrenalina) e medidas para melhorar o sono podem ser indicados. Os antidepressivos não causam dependência quando usados sob acompanhamento — o que pode haver é desconforto na retirada abrupta, por isso a descontinuação é sempre gradual e planejada em conjunto com você.

iv

Manejo do contexto laboral

O pilar mais negligenciado pelos tratamentos convencionais. Inclui orientação sobre afastamento médico quando necessário, emissão de laudos e CAT, conversa estruturada sobre limites e direito à desconexão, e — quando faz sentido — avaliação franca sobre se o ambiente atual é compatível com a recuperação. Burnout em ambiente tóxico é como tratar pneumonia voltando para o mesmo quarto frio.

Tempo médio
3 a 18 meses

Quadros identificados nos estágios iniciais respondem mais rapidamente — frequentemente em 1 a 3 meses. Casos mais avançados, com depressão associada ou anos de histórico, podem exigir 6 a 18 meses de acompanhamento, com frequência de consultas diminuindo à medida que você se estabiliza.

Mitos e verdades

Cinco coisas que você acredita sobre psiquiatria e que estão te impedindo de melhorar.

Mito 1
“Antidepressivo vicia.”
+
Antidepressivos não causam dependência química. Eles não geram a necessidade de aumentar a dose para sentir o mesmo efeito, e não geram fissura quando suspensos no tempo certo. O que pode acontecer é uma síndrome de descontinuação se forem suspensos de forma abrupta — por isso a retirada é sempre planejada e gradual, em decisão conjunta com você.
Mito 2
“Burnout é frescura, é falta de força.”
+
Saúde mental não é fraqueza moral. Ninguém chama uma fratura exposta ou pneumonia de frescura — e burnout tem mecanismos biológicos identificáveis, incluindo alteração do eixo do cortisol, sistema imune e neuroplasticidade. A OMS reconhece o burnout desde 2019. No Brasil, os afastamentos do INSS por burnout cresceram 493% entre 2021 e 2024. Não é frescura. É uma epidemia silenciosa.
Mito 3
“Só procura psiquiatra quem está muito grave.”
+
Esta é uma das crenças que mais atrasa o tratamento e mais agrava o quadro. É como achar que cardiologista só atende infarto. A psiquiatria cuida desde alterações sutis até quadros mais sérios. Quanto mais cedo a avaliação acontece, mais simples tende a ser o plano de cuidado. Você não precisa chegar no colapso para merecer ajuda.
Mito 4
“Vou ficar dependente de remédio para sempre.”
+
Nem todo paciente com burnout precisa de medicação. Para os que precisam, o tempo de uso é definido pela evolução clínica, e a retirada é planejada quando o quadro se estabiliza. O modelo “remédio para sempre” vem da confusão com outras condições e não corresponde à prática clínica adequada para burnout.
Mito 5
“Se eu procurar psiquiatra, vou perder meu emprego.”
+
A decisão sobre afastamento é clínica, conjunta, e quase nunca é o primeiro recurso. Em muitos casos, ajustes no contexto, psicoterapia e cuidados de saúde permitem manter o trabalho durante o tratamento. Quando o afastamento é necessário, ele é um direito previdenciário (burnout sob CID-11 QD85, com estabilidade de 12 meses após retorno e FGTS preservado durante o período). A escolha entre afastar ou ajustar é discutida com você, não imposta.
Dr. Thiago Westmann — médico com atuação clínica em Psiquiatria, Mogi das Cruzes
Quem vai te receber

Dr. Thiago Westmann

Médico com atuação clínica em Psiquiatria, com foco no tratamento de Síndrome de Burnout e transtornos relacionados ao estresse ocupacional.

Graduação em Medicina pela Universidade de Mogi das Cruzes (2016) e Pós-Graduação Lato Sensu em Psiquiatria pelo CENBRAP — Centro Brasileiro de Pós-Graduações (2020).

“Meu compromisso é oferecer um cuidado integral à saúde mental, com escuta ativa e sensível que valoriza a singularidade de cada pessoa. Utilizo abordagens baseadas em evidências para que meus pacientes despertem o autoconhecimento, encarando o adoecimento não como um fim, mas como uma oportunidade de cura e crescimento.”

CRM-SP 183.407
Consulta 1 hora
Atendimento presencial
Acessibilidade para PcD
Avaliações

O que pacientes dizem sobre o atendimento.

Avaliações reais publicadas no Google. Em respeito à Resolução CFM 2.336/2023, não publicamos relatos com diagnóstico identificável nem usamos depoimentos como promessa de resultado.

★★★★★

“Excelente médico em Mogi das Cruzes, o único psiquiatra que quis realmente me escutar, entender e para somente depois falar um diagnóstico e prosseguir. Me senti como conversando com um ‘amigo disposto a ajudar’. Recomendo!”

via Google Reviews
★★★★★

“Ótimo atendimento, Dr. Thiago é muito atencioso, um médico humano sempre procurando ajudar o paciente. Ele não tem pressa em atender, o que quer é resolver o problema.”

via Google Reviews
★★★★★

“Ambiente discreto e acolhedor. Fui cheia de medos que foram logo dissipados pelas explicações dadas pacientemente pelo Dr. Thiago, que foi pura simpatia.”

via Google Reviews
★★★★★

“Dr. Thiago é muito atencioso e preocupado com o paciente. Não tem pressa nas consultas, passa muita confiança e explica tudo com calma.”

via Google Reviews
Próximo passo

Como agendar sua avaliação.

1

Entre em contato pelo WhatsApp

Você será atendido pela secretária do Dr. Thiago, que entenderá brevemente sua situação e proporá horários compatíveis com sua rotina.

2

Confirme data e horário

Consultório no Patteo Mogilar Sky Mall, em Mogi das Cruzes, com acessibilidade para pessoas com deficiência e estacionamento no próprio edifício.

3

Compareça no horário marcado

A avaliação inicial dura 1 hora. Traga exames recentes, lista de medicamentos em uso e relatórios anteriores — se tiver. Se não tiver, venha do jeito que está.

Investimento
Valor informado pela secretária no WhatsApp ou por telefone.
Convênios
Atendimento particular com emissão de recibo para reembolso pelo plano de saúde.
Perguntas frequentes

Dúvidas que recebemos com frequência.

O atendimento é presencial ou online?

+
O atendimento é exclusivamente presencial, em Mogi das Cruzes. Essa é uma escolha clínica deliberada para casos de burnout, em que a leitura corporal, o ritmo da conversa e a continuidade do vínculo terapêutico ganham com o encontro físico.

Quanto tempo dura a primeira consulta?

+
A consulta de avaliação tem duração de 1 hora. É um tempo deliberadamente estendido porque burnout exige investigação ampla: contexto de trabalho, histórico de saúde física, sono, uso de substâncias, sintomas atuais e aplicação de instrumentos psicométricos como o Maslach Burnout Inventory.

Quais são os dias e horários de atendimento?

+
A agenda é dinâmica. A secretária informa os horários disponíveis no momento do contato pelo WhatsApp.

Vou precisar tomar remédio?

+
Não necessariamente. A indicação medicamentosa depende da gravidade, das comorbidades e da sua evolução clínica. Muitos pacientes melhoram com psicoterapia, mudanças de estilo de vida e ajustes no contexto laboral, sem uso contínuo de medicação. Quando a medicação é indicada, a decisão é sempre conjunta, com explicação clara dos motivos.

Burnout dá direito a afastamento do INSS?

+
Sim. O burnout é reconhecido como doença ocupacional sob o código CID-11 QD85. Quando há indicação clínica de afastamento, é emitido atestado e, conforme o caso, CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho), garantindo direitos previdenciários específicos — incluindo estabilidade de 12 meses no retorno e preservação do FGTS durante o afastamento.

Atendem convênios médicos?

+
O atendimento é particular, com emissão de recibo para que você solicite reembolso ao seu plano de saúde. A maior parte dos planos cobre parcial ou integralmente o valor da consulta psiquiátrica — recomendamos confirmar diretamente com o seu plano antes da consulta.

O consultório tem acessibilidade para pessoas com deficiência?

+
Sim. O consultório está localizado no Patteo Mogilar Sky Mall, edifício com acessibilidade completa para pessoas com deficiência (elevadores, rampas, banheiros adaptados).

Em quanto tempo o tratamento mostra resultado?

+
Varia. Quadros iniciais costumam responder em 1 a 3 meses. Quadros mais avançados podem demandar 6 a 18 meses de acompanhamento. A primeira melhora subjetiva, contudo, costuma aparecer já nas primeiras semanas — especialmente em sono e irritabilidade.

Você não precisa esperar o colapso para procurar ajuda.

Os afastamentos por burnout no Brasil quintuplicaram em quatro anos. A NR-1 do Ministério do Trabalho passa a exigir, a partir de 26 de maio de 2026, que toda empresa CLT do país gerencie riscos psicossociais. O sistema está reagindo a uma epidemia que já existe há tempo demais.

Você não está exagerando, não está sendo dramático, e não está sozinho.

A diferença entre quem se recupera bem e quem entra em colapso quase nunca é a gravidade inicial. É o tempo entre reconhecer o problema e procurar ajuda médica especializada.

Dr. Thiago Westmann
CRM-SP 183.407
Médico com atuação em Psiquiatria
Foco em Síndrome de Burnout
Consultório
Rua Manuel de Oliveira, 269 – Sala 515
Torre 01 · Patteo Mogilar Sky Mall
Vila Mogilar · Mogi das Cruzes/SP
CEP 08773-130
Contato
WhatsApp: (11) 96058-2020
Telefone: (11) 96058-2020
thiagowestmann.com.br
O conteúdo desta página tem caráter educativo e não substitui consulta médica individualizada. Em conformidade com a Resolução CFM 2.336/2023. Não publicamos promessas de resultado, diagnósticos identificáveis ou conteúdo sensacionalista.